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Jorge / Barradas / inventou / e / fez / no / ano 1959

Encomendadas pela Câmara Municipal de Lisboa, em 1957, para a Estufa Fria (Parque Eduardo VII), as Meninas de Jorge Barradas (1894-1971) são um dos mais originais e monumentais trabalhos do autor no campo da faiança artística, de que Barradas foi grande impulsionador nas décadas centrais do século XX, abrindo caminho à segunda geração de ceramistas “modernos”, como Manuel Cargaleiro, Querubim Lapa ou Maria Keil.

 

Representando o Verão e o Outono, este par de esculturas cerâmicas de vulto pretendeu ilustrar a mudança de estações num espaço do centro da cidade consagrado à natureza. Foram concebidas para figurar em pedestais, para serem vistas de baixo, o que reforçava o seu sentido monumental. Apesar de exageradamente longilíneas e dotadas de gestos difusos que já levaram à sua caracterização como «personagens de um teatro de solidões», as esculturas são plenas de elegância e de feminilidade, instituindo-se como verdadeiras figuras de convite que recebem os visitantes.

 

Por razões de conservação, as peças foram retiradas da Estufa Fria na década de 80 do século XX e incorporadas no acervo do então Museu da Cidade (hoje Museu de Lisboa).

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