• Legenda: Lisboa antes do terramoto de 1755<br>BARATA, Jaime Martins (1899-1970)
    Legenda: Lisboa antes do terramoto de 1755<br>BARATA, Jaime Martins (1899-1970)
  • Legenda: Lisboa antes do terramoto de 1755<br>BARATA, Jaime Martins (1899-1970)
    Legenda: Lisboa antes do terramoto de 1755<br>BARATA, Jaime Martins (1899-1970)

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Inglês

The great architectural model of Lisbon before the earthquake of 1755 was conceived by Gustavo de Matos Sequeira, an expert on Lisbon's history and culture, a project which included the artistic work of Ticiano Violante (buildings) and Martins Barata (vessels). It was carried out in two phases, in the 1950s, and has been exhibited in Palácio Pimenta since 1982. Set up on 17 boards, the city is represented on the eve of the cataclysm, between Alcântara and Santa Apolónia, between the River Tagus and a line to the North drawn slightly beyond Rato and Senhora do Monte.

Mais informação

Idealizada pelo historiador Gustavo de Matos Sequeira, a maqueta foi executada pelo ateliê do maquetista / decorador Ticiano Violante e contou ainda com embarcações realizadas pelo artista plástico Jaime Martins Barata. O contrato assinado pela Câmara Municipal de Lisboa com Matos Sequeira data de 1954 e previa a realização do centro histórico da cidade em 9 tabuleiros, trabalho a realizar a tempo de a maqueta integrar a Exposição Iconográfica e Bibliográfica Comemorativa da Reconstrução da Cidade depois do terramoto de 1755 (Palácio Galveias, 1955).

 

Em 1956, a Câmara Municipal de Lisboa celebrou novo contrato com Matos Sequeira para ampliar a obra até à Ribeira de Alcântara. A maqueta foi exposta na sua totalidade no início de 1959, na Sala Ogival do Castelo de São Jorge, e está integrada na exposição do Palácio Pimenta desde 1982.

 

Em anos recentes, o museu promoveu um estudo extensivo da maqueta e associou conteúdos digitais e robóticos, o que permite um diálogo mais interativo entre o público e a maqueta. O esforço de dotar esta obra de arte de mais e melhores explicações e interpretações (onde se incluem itinerários virtuais pela cidade antiga e propostas de reconstituição de edifícios emblemáticos) está a ser reforçado com novos conteúdos, assim reforçando o valor documental e interpretativo desta impressionante peça.

 

Composta por 17 tabuleiros, a maqueta pretende apresentar Lisboa nas vésperas do cataclismo de 1755. É uma cidade muito diferente da que podemos encontrar hoje. No século XVIII, Lisboa era uma entidade urbana ribeirinha, desde a Madredeus (a Oriente) a Belém (a Ocidente). Na maqueta, a expansão para ocidente nunca foi acabada, tendo terminado na zona de Alcântara. Para Norte, as chamadas Avenidas Novas, que representam a cidade comercial de hoje, estavam longe de ser sequer planeadas. No centro da cidade, voltado ao rio, o Terreiro do Paço era a principal praça, embora ocupasse apenas metade da praça simétrica e monumental definida no plano de reconstrução pós-1755. Entre o rio e o castelo, desenvolviam-se ruas labirínticas, pontuadas por torres e muralhas herdadas das linhas defensivas da cidade medieval.

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