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A Verdade
MC.ESC.0443

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Em 1901, um ano após a morte do escritor Eça de Queirós (1845-1900), um grupo de amigos lançou a ideia de criar um monumento em sua homenagem. Iniciada a subscrição pública, foi escolhido o escultor António Teixeira Lopes (1866-1942), que concebeu um grupo escultórico naturalista: o escritor, representado com grande realismo, ampara nos braços uma figura feminina seminua. Trata-se, na realidade, de uma alegoria à Verdade que Eça de Queirós elevou ao estatuto de protagonista em A Relíquia, ideia reforçada pela inscrição que se encontra na base do conjunto e que constitui uma citação daquele livro: «Sobre a nudez forte da verdade, o manto diaphano da phantasia».

 

Fruto de constantes vandalismos, a Câmara Municipal de Lisboa retirou esta estátua do Largo Barão de Quintela, substituindo-a por uma réplica em 2001.

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